O mundo muda cada vez mais rápido, em todos os sentidos. A sociedade
contemporânea está cada vez mais exigente. As possibilidades de comunicação
permitem interações sociais que atuam em âmbito global, facilitando o contato
entre diferente povos e culturas.
Fatores esses, intensificados pelos avanços da tecnologia, impulsionando
transformações no globo terrestre, nos países, nas comunidades e nos
indivíduos. Para que a comunicação e interação entre pessoas localizadas em diferentes partes do mundo seja possível, é preciso que a distância linguística entre diferentes culturas diminua. Com o passar dos anos, muitas pessoas começaram a aprender línguas para expandir seu conhecimento de mundo.
Alguns anos
atrás, possuir competência comunicativa em uma língua estrangeira era um diferencial
no currículo, mas isso mudou. Segundo Hymes (1972, p. 282) competência comunicativa
(CC) é definida como, “as capacidades de uma pessoa que dependem tanto de
conhecimento quanto de uso” e afirma que o falante deve não só dominar
estruturas linguísticas, mas saber como a língua é usada por membros de uma
comunidade se ele quiser ser comunicativamente competente. Para Canale (1983,
p. 5), “CC refere-se tanto ao conhecimento quanto à habilidade em usar esse
conhecimento na interação em comunicação real”. Hoje em dia, apresentar
competência comunicativa em inglês passou a ser parte das habilidades básicas
para conseguir se posicionar competitivamente no mundo do trabalho.
Consequentemente,
pais preocupados com o futuro dos seus filhos procuram escolas internacionais
ou bilíngues, escolas de línguas ou centros binacionais, para que o idioma não
seja uma barreira na vida profissional dos futuros cidadãos do século XXI.

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